não me tentes! desistirei de tudo. de todas as loucuras. seguirei os caminhos que ninguém seguiu e não voltarei para contar-vos.
desistirei dos amores-perfeitos, das carícias ou dos lugares-comuns. esconderei os passos, as roupas com os bolsos que guardarem as recordações e as manias de acreditar em nós.
arrumarei as loucuras que juntos consumimos num lugar de nenhum. e nos caminhos plantarei barreiras e escavarei roços, fossos e todas as densidades para enterrar os momentos de cada tempo caído. nas chuvas verás as minhas lágrimas, talvez de arrependimento, verás as tuas também, talvez de saudades, mas nada se poderá alterar porque há caminhos sem retorno.
não voltarei!
adeus
a deus
a d eu s
a d eus
segunda-feira, 5 de abril de 2010
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9 comentários:
Please see! money as debt
http://www.youtube.com/watch?v=vVkFb26u9g8
ZEITGEIST: ADDENDUM
http://www.zeitgeistmovie.com/
project camelot magnetic motor
http://www.youtube.com/watch?v=hkgyY47duCM
Important please pass forward
Não feches as portas, permite-nos continuar a ler-te...
Bjo
Fatima
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Fatima
This will astonish you!
ZEITGEIST: ADDENDUM
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AMAZING!!
OZONATED WATER: CURE ANYTHING!
http://www.stoptherobbery.com/
Monatomic Gold
http://monatomicgold.co.uk/index.php
Du caralho ups desculpe pelo nome feio visite o meu http://vidadospensamentos.blogspot.com
mtoooo bom o blog
parabens
http://chardiebatista.blogspot.com/
dá uma olhadela lah qualquer hr
abrax :)
Ah... Não digas adeus!
Também eu o disse tantas vezes e,no entanto,estou de volta.
Seu poema é maravilhoso. Não esqueça seu amor, não se aparte dele. Um amor assim não haverá de ter barreiraas que não sejam removidas.
Amei o seu blog.Parabéns!
Abraço!
Não quiz acreditar num adeus definitivo, mas por alguma razão aconteceu mesmo. O que respeito, mas lamento muito.
Bjo
Fatima
Donzelas do Apocalipse
Sem pai, sem mãe,
Sem leite materno...
Seu estômago vazio
Pediu por comida:
Com uma arma carregada
Roubou uma vida.
Escondia-se na escuridão,
Disfarçava-se na luz.
Foi a uma igreja...
Rezar, pedir perdão?
Não! Para roubar um pedaço de pão.
O mundo o condenou.
Amor e carinho
Jamais encontrou.
A sociedade o execrou,
A margem da vida o adotou.
Foi condenado a percorrer
Um longo e tortuoso caminho:
O seu exílio.
Mas, não estava só!
De ambos os lados,
Lindas e afrodisíacas donzelas
O seguiam:
A angústia e a fome
A solidão e a morte.
Do livro (O ANJO E A TEMPESTADE) de Agamenon Troyan.
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