quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
2010 em grande
para todos que por aqui passam, um obrigado e o forte desejo de um novo ano de 2010 em grande!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
tertúlia ao luar
trocamos olhares
díspares e refulgentes
trocamos palavras
prementes de poesia
noite de emoções
que a brisa testemunhou
díspares e refulgentes
trocamos palavras
prementes de poesia
noite de emoções
que a brisa testemunhou
sábado, 12 de dezembro de 2009
carta ao desconhecido
prezado desconhecido,
espero que esta carta te seja entregue, pois é muito importante para mim. é que só me lembrei de escrever-te agora nesta época por duas razões:
1. porque preciso de ti
2. porque podes oferecer-me alguma coisa
afinal não faria sentido se assim não fosse, não é?
é que todos fazem o mesmo e eu também aprendi a ser assim, modernices… quando chegamos a esta altura do ano todos andam sorridentes e simpáticos, sem os problemas de um ano inteiro e só pensam em prendas. e é aqui que preciso de ti, passo a explicar-te, este ano arranjei a minha primeira namorada – uma loira da minha turma – e queria oferecer-lhe uma prenda de natal e precisava da tua ajuda, um homem com larga experiência de vida e habituado a estas coisas das prendas. o que me aconselhas?
todos colegas da minha turma já tinham namorada e sei que oferecem sempre alguma coisa nesta época, nem que seja uma caixa de bombons, dizem que elas gostam e que, esse acto, também lhes faz bem ao ego. são coisas que não entendo… mas vou chegar lá, talvez um dia! só não queria oferecer uma caixa de bombons… sei lá, uma outra coisa qualquer que possa ser mais importante.
também pensei em oferecer-lhe um poema, mas esta coisa da poesia é para os mais velhos e ela não daria a devida importância, que diga-se em verdade, me deixaria triste. então, por poder ser assim, é melhor nem ir por aí.
talvez, e usando a segunda parte, pudesses enviar-me alguma coisa para lhe oferecer, serias útil para mim a dobrar e eu teria a certeza que ela iria gostar da minha prenda. e já agora, também podes usar a morada que escrevi na carta para mandares a minha prenda.
quando precisar de ti, nem que seja por esta época no próximo ano, voltarei a lembrar-me de ti, e então se receberes outra carta minha, neste género, não te admires. não faz mal, pois não? tu até estás cá para isso mesmo não é?
um abraço,
deste desconhecido que uma vez por ano gosta muito de ti!
dezembro de 2009
espero que esta carta te seja entregue, pois é muito importante para mim. é que só me lembrei de escrever-te agora nesta época por duas razões:
1. porque preciso de ti
2. porque podes oferecer-me alguma coisa
afinal não faria sentido se assim não fosse, não é?
é que todos fazem o mesmo e eu também aprendi a ser assim, modernices… quando chegamos a esta altura do ano todos andam sorridentes e simpáticos, sem os problemas de um ano inteiro e só pensam em prendas. e é aqui que preciso de ti, passo a explicar-te, este ano arranjei a minha primeira namorada – uma loira da minha turma – e queria oferecer-lhe uma prenda de natal e precisava da tua ajuda, um homem com larga experiência de vida e habituado a estas coisas das prendas. o que me aconselhas?
todos colegas da minha turma já tinham namorada e sei que oferecem sempre alguma coisa nesta época, nem que seja uma caixa de bombons, dizem que elas gostam e que, esse acto, também lhes faz bem ao ego. são coisas que não entendo… mas vou chegar lá, talvez um dia! só não queria oferecer uma caixa de bombons… sei lá, uma outra coisa qualquer que possa ser mais importante.
também pensei em oferecer-lhe um poema, mas esta coisa da poesia é para os mais velhos e ela não daria a devida importância, que diga-se em verdade, me deixaria triste. então, por poder ser assim, é melhor nem ir por aí.
talvez, e usando a segunda parte, pudesses enviar-me alguma coisa para lhe oferecer, serias útil para mim a dobrar e eu teria a certeza que ela iria gostar da minha prenda. e já agora, também podes usar a morada que escrevi na carta para mandares a minha prenda.
quando precisar de ti, nem que seja por esta época no próximo ano, voltarei a lembrar-me de ti, e então se receberes outra carta minha, neste género, não te admires. não faz mal, pois não? tu até estás cá para isso mesmo não é?
um abraço,
deste desconhecido que uma vez por ano gosta muito de ti!
dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
há! um tempo…
há, na palavra, uma simbiose
que percorre os limites
entre as margens da emoção
que prolifera na concepção
há, entre a vida, dissociada
o pronuncio de oportunidades perdidas
que percorre os limites
entre as margens da emoção
que prolifera na concepção
há, entre a vida, dissociada
o pronuncio de oportunidades perdidas
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