comemoro um ano de estadia neste fantástico site. tenho descoberto umas escritas muito agradáveis e considero-me bem aceite neste núcleo de bons poetas. motivos que engrandecem a minha alegria e ajudam a manter o amor que tenho pela escrita.
há, de vez em quando, uns acicates da minha parte porque, defendo que, o que considero bom, deve ser destacado. faço-o com todo prazer.
lamento não conseguir chegar a todo lado e destacar todos que merecem, mas prefiro destacar alguns do que nenhum. vou devagarinho…
o destaque de hoje, como não poderia deixar de ser, vai inteirinho para o luso-poemas!
assim, hoje, é dia para agradecer a todos que lêem o que escrevo. aos que, ainda vão mais longe e comentam, o meu agradecimento sincero acompanhado do pedido de desculpas por não responder ou só raramente responder, pois, de facto, prefiro não o fazer, porque não faz o meu género. mas leio sempre com a máxima atenção tudo que comentam e agradeço-vos hoje. a todos.
estou grato por pertencer a esta casa e por ser respeitado por todos. tento escrever o melhor que sei e posso, sabendo que ando numa aprendizagem constante.
desejo muito sucesso a quem publica livros e também desejo muita esperança a quem ambiciona o seu primeiro.
boas escritas e que consigam conquistar, desde dos mais secretos sonhos até aos mais elaborados desejos e que a escrita seja o v/caminho.
até sempre, com um enorme respeito pela escrita e por todos que escrevem.
muito grato,
José António Grilo
22/09/2009
ps: os números das estatísticas no luso-poemas
1 ano
166 textos
358 comentários
17355 leituras
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
deito-me na palavra – para António Paiva
deito-me na palavra
esmiúço cada sentido
cada pensamento
e exponho-me
deito-me e fico
na cama de cada palavra
esmiúço cada sentido
cada pensamento
e exponho-me
deito-me e fico
na cama de cada palavra
domingo, 20 de setembro de 2009
surreal – para flavio silver
hoje sou uma cadeira
a mesma em que te sentas
de madeira
onde te lamentas
pensas em mundos diferentes
e escreves as lamúrias contentes
a mesma em que te sentas
de madeira
onde te lamentas
pensas em mundos diferentes
e escreves as lamúrias contentes
sábado, 19 de setembro de 2009
um sempre – para joseluislopes
amachuco as palavras
que veneram o sentimento ignóbil
em silêncio e em paz
com a mesma transparência
quero palavras sadias
escritas para um sempre
que veneram o sentimento ignóbil
em silêncio e em paz
com a mesma transparência
quero palavras sadias
escritas para um sempre
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
olhar guerreiro
de máscara fundi
a luta dos titãs
feito de guerreiro
incongruente e abismal
era a lacuna desse olhar
a luta dos titãs
feito de guerreiro
incongruente e abismal
era a lacuna desse olhar
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
num espaço de ninguém – para Henrique Pedro
num espaço de ninguém
sobrevive o poeta
e na era mais além
as palavras atingem a sua meta
na fé há uma cultura
na vontade que perdura.
sobrevive o poeta
e na era mais além
as palavras atingem a sua meta
na fé há uma cultura
na vontade que perdura.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
nem sei – para HorrorisCausa
nem sei das ambivalências
que brotam do meu corpo
que se espalham pelo universo
como matéria
escrevo na tela a mesma emoção
com que pinto esta folha
que brotam do meu corpo
que se espalham pelo universo
como matéria
escrevo na tela a mesma emoção
com que pinto esta folha
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
há! para Sandra Fonseca
há um corpo profano
que alberga os sentidos intemporais
há um olhar mundano
que ama, sofre e sabe mais
mesmo que o silêncio
se esconda em segredo. há!
que alberga os sentidos intemporais
há um olhar mundano
que ama, sofre e sabe mais
mesmo que o silêncio
se esconda em segredo. há!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
a minha terra - para Alentagus
na minha terra brota em fusão
a labuta do ofício desenhado no gesto
curvada à conquista da sombra
honra é código
e a palavra uma arma.
a labuta do ofício desenhado no gesto
curvada à conquista da sombra
honra é código
e a palavra uma arma.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
sonho - para Vera Silva
da noite fiz viagem
da viagem o desejo
e do desejo nasceu o sonho
o sonho de ser feliz
já cumpri o sonho
e agora vou cumprir a realidade!
da viagem o desejo
e do desejo nasceu o sonho
o sonho de ser feliz
já cumpri o sonho
e agora vou cumprir a realidade!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
poema prostrado – para a margarete
e as minhas humildes homenagens aos luso-poetas continuam, de alguma forma, além de dizer-lhes que gosto do que escrevem é também uma alternativa de dizer-vos – leiam – que eles merecem porque escrevem muito bem, na minha despretensiosa opinião
assim depois de:
júlio saraiva
caopoeta
xavier zarco
cleo
josé torres
fogomaduro
eis que hoje elejo outro excelente nome da nossa casa
Margarte
___________________________________
poema prostrado
é na escuridão
que me reencontro
e escrevo de olhos vendados
os pecados da minha inocência
de tanta dor o meu perdão
nas lágrimas da displicência
assim depois de:
júlio saraiva
caopoeta
xavier zarco
cleo
josé torres
fogomaduro
eis que hoje elejo outro excelente nome da nossa casa
Margarte
___________________________________
poema prostrado
é na escuridão
que me reencontro
e escrevo de olhos vendados
os pecados da minha inocência
de tanta dor o meu perdão
nas lágrimas da displicência
domingo, 6 de setembro de 2009
fogomaduro – no poema aberto
corriam labaredas estremecidas
na fuga aos pecadores
e um manto de palavras
abafaram as dores
corre-lhe uma veia literária
ergue-se a poesia
(dedicado ao poeta Domingos da Mota)
na fuga aos pecadores
e um manto de palavras
abafaram as dores
corre-lhe uma veia literária
ergue-se a poesia
(dedicado ao poeta Domingos da Mota)
sábado, 5 de setembro de 2009
sonhador – para o José Torres
há na força – o teu jeito
há na raça – o teu querer
há na vontade – o teu peito
aberto, entregue à causa escrita
no pensamento um livro
e na voz – o desejo perfeito
há na raça – o teu querer
há na vontade – o teu peito
aberto, entregue à causa escrita
no pensamento um livro
e na voz – o desejo perfeito
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
devaneios - para a poetisa cleo
urdidura ambivalente
que tece a lisura lilás
dos tempos perdidos
arrastados pela esperança
procuras o meu corpo
onde procuro a liberdade
que tece a lisura lilás
dos tempos perdidos
arrastados pela esperança
procuras o meu corpo
onde procuro a liberdade
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